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Mas como até aqui, mais para servir de repositório ao que sobra ou não cabe tão folgado em Da minha & doutras áreas, do que tentado a ser blog concorrente e competitivo. A retaguarda é onde aquimetem vai continuar a pontificar ao correr da p
Não tenho memória de alguma vez o ver ou falar com ele, mas do seu nome e actividade sacerdotal ouvi muitas e abonatórias referências. Motivo que influiu para que no dia do seu funeral lhe fosse prestar a minha homenagem, que como cristão se deve a todos, mas em especial aqueles que generosamente se dão ao seu semelhante por amor a Deus e ao próximo. Natural de São Mamede (Batalha), onde nasceu a 06/06/1938, o Padre Albino da Luz Carreira foi ordenado sacerdote a 15/08/1964 e nessa condição serviu a Igreja nas mais diversas funções como as de director espiritual do Seminário Menor de Leiria, director do Secretariado Diocesano da Pastoral das Vocações, capelão da prisão-escola e da cadeia regional de Leiria, e de pároco que também foi da paróquia de Nossa Senhora da Assunção de Minde.
O padre Albino faleceu no passado dia 31 de Dezembro, terça-feira, no hospital de Abrantes, onde se encontrava internado desde o dia de Natal. Era pároco de Minde, no concelho de Alcanena, diocese de Leiria-Fátima. O corpo esteve em câmara ardente, na igreja paroquial de Minde, até ao princípio da tarde de quarta-feira. A celebração das exéquias teve lugar no pavilhão Ana Sonça às 14h30. Após as cerimónias a que presidiu D. António Marto, e como concelebrantes o seu conterrâneo D. Virgílio, bispo de Coimbra, e o bispo emérito de Leiria/Fátima, D. Serafim Ferreira, além de muitos sacerdotes da sua diocese, o corpo seguiu, em cortejo fúnebre para o cemitério do Casal Vieira (São Mamede), onde ficou sepultado.
Em dia de muita chuva, isso não impediu que o grande pavilhão escolhido para os mindericos se despedirem do seu dilecto pároco, enchesse de paroquianos e amigos do saudoso e santo sacerdote que deixou rasto na sua passagem pela terra, como muito bem o reconheceu e realçou o bispo diocesano, D. António Marto. Ao Sr. Padre Abel, ao nosso condutor David e à agradável companhia da Mariazinha e da carnidense D. Conceição Torrada agradeço a oportunidade que me deram e que no regresso a Helena Afonso presenteou com um lanche muito bem "enfebrado" e adoçado, que o David regou....Uns vão e outros aguardam....
O fim-de-semana de 10 e 11 do corrente mês atraiu a Fátima uma parcela importante dos amigos dos Missionários do Verbo Divino e das Irmãs Missionárias Servas do Espírito Santo (AMIVD) para participarem na sua peregrinação nacional. Sob o lema - 60 anos ao serviço da missão; construindo proximidades - este família missionária deu graças a Deus pelos 60 anos de presença dos Missionários do Verbo Divino em Portugal. E como muito bem alguém escreveu num site da congregaçã0: "não podia haver melhor lugar do que estar junto à Mãe, agradecendo ao Filho pela confiança para com esta grande família missionária fundada por S. Arnaldo Janssen".
Constou o programa, do seguinte:
Dia 10: Sábado
15h00 - Acolhimento no seminário do Verbo Divino
16h45 - Concentração na Cruz Alta
17h00 - Saudação a Nossa Senhora - Capelinha
21h30 - Recitação do Terço e Procissão de Velas - Capelinha
Dia 11: Domingo
10h00 - Recitação do Terço -Capelinha
11h00 - Eucaristia - Santuário
13h00 - Almoço - Seminário do Verbo Divino
15h00 - Festa Missionária - Seminário do Verbo Divino
17h30 - Despedida e envio.
Só participei no programa de domingo, e graças a um convite que à ultima hora aceitei de um casal de bajouquenses muito dedicado à causa Missionária do Verbo Divino. O meu muito obrigado ao Sr. José Ferreira Soares e à D.Fernanda Capitão. Sem essa particularidade, não poderia guisar agora este post.
Presidiu à Eucaristia dominical, o Sr. Bispo de Leiria/Fátima, D. António Marto e que um grupo de jovens de origem africana abrilhantou com seus cânticos tradicionais.
O grupo em actuação, frente ao altar da esplanada e olhar atento de D. António Marto
Final da muito apreciada actuação deste grupo de jovens de origem africana.
A Festa Missionária que depois de almoço decorreu também no Seminário do VD teve um dos seus pontos altos com a apresentação do livro "Orar 15 dias com S. Arnaldo Janssen" da autoria do P. José Hipólito Jerónimo que de camisola aos quadrados se vê sentado à mesa com o apresentador do livro, no momento em que de pé o padre superior pronuncia algumas palavras à volta do assunto. 
Outro dos momentos nobres em que se falou do Projecto Missionário que está em curso e desta vez se destina a contemplar as vitimas do Haiti. Um dos colaboradores e animadores, vindo de Tortosendo, onde o trabalho do bajouquense P. Soares é muito reconhecido, no uso dos seus talentos.
Ainda à volta dos Projectos Missionários em carteira, e da actividade desenvolvida por cada região onde o VD está implantado agrada-me realçar a célula de Guimarães pois ali desempenha missão preponderante o meu conterrâneo, Sr. Padre Carlos Matos, um distinto mondinense e dos primeiros missionários portugueses do VD a ser ordenado. Aqui o vemos, de cachecol azulado, não à "dragão", mas para a seu gosto se identificar na caravana.
Mas a tarde festiva não se ficou pela tradicional "feira missionária", apresentação de um livro ou dar relevo a factos históricos que tanto enobrecem a presença dos Missionários do VD entre nós, foi também e sobretudo um momento de animação artística e cultural preenchido com teatro, música, vídeos, danças e cantares elaborado por gente vinda de lugares e origens diferentes. " Gente do norte, do centro e do sul; gente de origem portuguesa, africana,filipina...rostos do mundo para a mesma missão".
Como é sabido esta Congregação iniciou a sua actividade em 1949, instalando-se em Tortosendo (Covilhã) que por isso é a Casa-Mãe do Verbo Divino, em Portugal. Em 1952, estendeu a sua acção a Guimarães, onde constrói um novo seminário; em 1954 abre em Fátima outro seminário; Lisboa, em 1968 é contemplada com a abertura da Residência do Verbo Divino, e em 1993 foi criada a Região Pastoral de Almodôvar, no Baixo Alentejo. Todas estas células de labor missionário, social e cultural se fizeram representar nesta peregrinação nacional a Fátima, arrastando consigo numerosos amigos e simpatizantes dos Missionários do Verbo Divino e das Irmãs Missionárias Servas do Espírito Santo. De Tortosendo contei 4 autocarros, de Guimarães 3, 5 de Lisboa, e pelo menos 1 de Almodôvar. Isto além de muitos participantes que como eu se deslocaram em viaturas particulares.
Prior Velho (Lisboa), Unhais da Serra e Cortes do Meio ( Covilhã) com as demais comunidades onde a pastoral paroquial do Verbo Divino se faz notar, contribuíram de forma surpreendente para o brilho festivo desta jornada de missão e convívio. Cada região deu-se ao brio de ensaiar um ou mais números para exibir em palco. De Lisboa veio este grupo de origem africana que dançou e cantou musica tradicional sua. 
Também este grupo cantou e dançou musica tradicional filipina ou de Timor.
Aqui uma plateia muito atenta e satisfeita, onde até o P. Carlos Matos não se cansa de apreciar de pé.
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