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Mas como até aqui, mais para servir de repositório ao que sobra ou não cabe tão folgado em Da minha & doutras áreas, do que tentado a ser blog concorrente e competitivo. A retaguarda é onde aquimetem vai continuar a pontificar ao correr da p
Fim-de-semana, fim de mês e começo de férias; grande fim de Julho, este! Isto, para quem em nossos dias ainda tem a dita de despreocupado poder gozar das maravilhas que Deus pôs ao dispor do homem e que por culpa do própprio homem nem todos podem desfrutar. E porque durantes umas três ou quatro semanas vou ter dificuldade em navegar na nete, quero antes de partir ter aqui bem presentes os alunos da EB Pedravedra nº 2 - Campos, que pelos vistos encerra definitivamente as suas portas este ano, como confirmei ao pesquisar em "Mondim de Basto EB1" e os alunos da escola de Campos/Cainha, o atestam: "Que será da nossa página, já que a escola vai fechar ??????". Não sei meus caros conterrâneos. Os vossos pais e avós, aqui há 60 anos atrás, nas vossas condições iam a pé todos os dias para a antiga escola do Souto, em Vilar; e é certamente por isso que alunos como o Leonel Barroso, ainda hoje por herança, sentem na alma esse orgulho de ser vilar-ferreirense, bem patente nesta resumida descrição monografica:" A minha aldeia - A minha aldeia chama-se Cainha pertence à freguesia de Vilar de Ferreiros, concelho de Mondim de Basto, distrito de Vila Real.
A minha aldeia fica situada no sopé do monte da Senhora da Graça, tem um clima bastante agreste
Tem um rio chamado Cabril que passa ao fundo da aldeia, onde as pessoas vão tomar banho nos dias quentes de Verão, onde vão à pesca da truta para se distrairem e onde fazem os seus piqueniques.
Na Cainha a actividade económica mais desenvolvida é a agricultura; havendo no entanto pessoas que se dedicam à extracção de granito amarelo que é uma das riquezas naturais da nossa aldeia.-Leonel Ferreira Barroso, 4ºano".
Pois é. Só que hoje em dia ser bairrista pode não corresponder aos objectivos e anseios dos bem instalados na vida económica, social e política, e daí ninguém, nem mesmo na escola, se ensinar que o granito sendo uma riqueza, quando deixar de existir, lá se foi a riqueza e quem vier atrás de nós, que coma rama de medronheios. Como também ninguem vai ver os actuais responsáveis pela nossa freguesia preocuparem-se com a transferência da escola de Campos (Vilar de Ferreiros) para Pedravedra (São Cristóvão de Mondim), nem mesmo perante o interrogativo lamento dos seus pequenitos conterrâneos:"Que será da nossa página, já que a escola vai fechar??????". Lisboa manda e a carneirada em nome da democracia obedece.
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