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Mas como até aqui, mais para servir de repositório ao que sobra ou não cabe tão folgado em Da minha & doutras áreas, do que tentado a ser blog concorrente e competitivo. A retaguarda é onde aquimetem vai continuar a pontificar ao correr da p
Com as baterias carregadas cá estou de volta à poluída "capital do mando" e pronto para daqui consagrar este post ao meu prezado comprovinciano Sr. José S. Gonçalves, que no passado dia 18 tão amável e generosamente me recebeu na sua famosa "Taberna do Alemão". Conheci a Casa «Alemão», em Vila Real, no inicio da década de 50, na altura importante "estabelecimento de vinhos finos e de mesa" e tal como hoje localizada no Largo do Pelourinho, 16 a 20. Recordo que à data era a firma MONTEIRO, GONÇALVES, Lda , que figurava estampada nos sobrescritos comerciais, onde se publicitava: " Vinhos de mesa: maduros e verdes, branco e tinto. Vinhos engarrafados: gazosos , branco e tinto. Azeitonas e presuntos de conserva. Queijo fino da Serra da Estrela: fresco e de conserva, vendem todo o ano. Águas minerais. Tabacos ". Mais tarde, em meados da década de 70, voltei ali agora para conhecer pessoalmente o proprietário e meu distinto e saudoso conterrâneo Sr.Felizardo Gonçalves. Lá fui de novo, em 2006, matar saudades e imitar os muitos turistas que ali entram para admirar uma verdadeira jóia do património tradicional vila-realense que as entidades oficiais da cidade capital de distrito parecem ignorar. Ao contrário de muitos estrangeiros, sobretudo alemães que embora saibam que a designação nada tem a ver com o seu pais, mas com a alcunha do primeiro proprietário da taberna, ali se deslocam em grande número quando visitam a princesa do Marão. Se fosse em Madrid, Paris ou Londres, por certo que uma casa destas já há muito que era património de interesse regional. Nós somos mais lentos, mas ainda se está a tempo de salvar a honra do convento, antes que o meu homónimo José Gonçalves perca a paciência e desapareça do mapa vila-realense mais uma referência histórica da cidade
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