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Dimensão de Fé e Amor!

por aquimetem, em 28.04.10

          O fim-de-semana de 10 e 11 do corrente mês atraiu a Fátima uma parcela importante dos amigos dos Missionários do Verbo Divino e das Irmãs Missionárias Servas do Espírito Santo (AMIVD) para participarem na sua peregrinação nacional. Sob o lema - 60 anos ao serviço da missão; construindo proximidades - este família missionária deu graças a Deus pelos 60 anos de presença dos Missionários do Verbo Divino em Portugal. E como muito bem alguém escreveu num site da congregaçã0: "não podia haver melhor lugar do que estar junto à Mãe, agradecendo ao Filho pela confiança para com esta grande família missionária fundada por S. Arnaldo Janssen".

Constou o programa, do seguinte:

Dia 10: Sábado

15h00 - Acolhimento no seminário do Verbo Divino

16h45 - Concentração  na Cruz Alta

17h00 - Saudação a Nossa Senhora - Capelinha

21h30 - Recitação do Terço e Procissão de Velas - Capelinha

Dia 11: Domingo

10h00 - Recitação do Terço -Capelinha

11h00 - Eucaristia - Santuário

13h00 - Almoço - Seminário do Verbo Divino

15h00 - Festa Missionária - Seminário do Verbo Divino

17h30 - Despedida e envio. 

          Só participei no programa de domingo, e graças a um convite que à ultima hora aceitei de um casal de bajouquenses muito dedicado à causa  Missionária  do Verbo Divino. O meu muito obrigado ao Sr. José Ferreira Soares e à D.Fernanda Capitão. Sem essa particularidade, não poderia guisar agora este post.

          Presidiu à Eucaristia dominical, o Sr. Bispo de Leiria/Fátima, D. António Marto e que um grupo de jovens de origem africana abrilhantou com seus cânticos tradicionais.  

           O grupo em actuação, frente ao altar da esplanada e olhar atento de D. António Marto

 

          Final da muito apreciada actuação deste grupo de jovens de origem africana.

           A Festa Missionária que depois de almoço decorreu também no Seminário do VD teve um dos seus pontos altos com a apresentação do livro "Orar 15 dias com S. Arnaldo Janssen" da autoria do P. José Hipólito Jerónimo que de camisola aos quadrados se vê sentado à mesa com o apresentador do livro, no momento em que de pé o padre superior pronuncia algumas palavras à volta do assunto.    

           Outro dos momentos nobres em que se falou do Projecto Missionário que está em curso e desta vez se destina a contemplar as vitimas do Haiti. Um dos colaboradores e animadores, vindo de Tortosendo, onde o trabalho do bajouquense P. Soares é muito reconhecido, no uso dos seus talentos.    

          Ainda à volta dos Projectos Missionários em carteira, e da actividade desenvolvida por cada região onde o VD está implantado agrada-me realçar a célula de Guimarães pois ali desempenha missão preponderante o meu conterrâneo, Sr. Padre Carlos Matos, um distinto mondinense e dos primeiros missionários portugueses do VD a ser ordenado. Aqui o vemos, de cachecol azulado, não à "dragão", mas para a seu gosto se identificar na caravana.  

          Mas a tarde festiva não se ficou pela tradicional "feira missionária", apresentação de um livro ou dar relevo a factos históricos que tanto enobrecem a presença dos Missionários do VD entre nós, foi também  e sobretudo um momento de animação artística e cultural preenchido com teatro, música, vídeos, danças e cantares elaborado por gente vinda de lugares e origens diferentes. " Gente do norte, do centro e do sul; gente de origem portuguesa, africana,filipina...rostos do mundo para a mesma missão".

          Como é sabido esta Congregação iniciou a sua actividade em  1949, instalando-se em Tortosendo (Covilhã) que por isso é a Casa-Mãe do Verbo Divino, em Portugal. Em 1952, estendeu a sua acção a Guimarães, onde constrói um novo seminário; em 1954 abre em Fátima outro seminário; Lisboa, em 1968 é contemplada com a abertura da Residência do Verbo Divino, e em 1993 foi criada a Região Pastoral de Almodôvar, no Baixo Alentejo. Todas estas células de labor missionário, social e cultural se fizeram representar nesta peregrinação nacional a Fátima, arrastando consigo numerosos amigos e simpatizantes dos Missionários do Verbo Divino e das Irmãs Missionárias Servas do Espírito Santo. De Tortosendo contei 4 autocarros, de Guimarães 3, 5 de Lisboa, e pelo menos 1 de Almodôvar. Isto além de muitos participantes que como eu se deslocaram em viaturas particulares.              

           Prior Velho (Lisboa), Unhais da Serra e Cortes do Meio ( Covilhã) com as demais comunidades onde a pastoral paroquial do Verbo Divino se faz notar, contribuíram de forma surpreendente para o brilho festivo desta jornada de missão e convívio. Cada região deu-se ao brio de ensaiar um ou mais números para exibir em palco. De Lisboa veio este grupo de origem africana que dançou e cantou musica tradicional sua.     

           Também este grupo cantou e dançou musica tradicional filipina ou de Timor.

           Aqui uma plateia muito atenta e satisfeita, onde até o P. Carlos Matos não se cansa  de apreciar de pé. 

          Este vídeo mostra, como que ao vivo, a alegria e animação com que decorreu esta festa que os AMIVD ajudaram a materializar. Que o "Envio" continue a produzir eventos com esta mesma dimensão de Fé e Amor! 

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publicado às 11:55


6 comentários

De Costeira da Murta a 03.05.2010 às 13:17

Tirar o chapéu!
O estimado repórter escolhe a dedo as companhias.
Desta feita, presumo que também terá sido um passeio "barato".
Tiro o meu chapéu às causas que muitos Bajouquenses abraçam.
Tiro o meu chapéu ao génio com que alguns se entregam ao serviço da comunidade, quer seja daqui, dali ou dacolá.
Saberá, decerto que o seu companheiro de viagem é um justo merecedor de homenagem das gentes da Bajouca.
Concorde-se ou não, seja-se de outra cor política ou não, a verdade é que a ele a Bajouca muito deve pelo impulso que deu ao progresso, durante um bom par de anos como Presidente da Junta de Freguesia.
Mas tudo tem custos. Tudo é efémero... e por muito que nos custe há que escolher o melhor momento para passar o testemunho aos mais novos.
As pessoas que estão lá agora, também têm projectos, também estão ao serviço da comunidade... e que não esmoreçam!...
Assim, tiro daqui o meu chapéu ao Rev. Pe Manuel Soares e ao seu irmão José, pelo testemunho e exemplo e por não baixarem os braços no contributo para um mundo melhor. Os Bajouquenses continuarão a ajudar na sua medida, creio.

De aquimetem a 04.05.2010 às 13:00

Procuro fazê-lo, e na Bajouca não é difícil , todas as pessoas são simpáticas e acolhedoras. Foi como diz: "barato", muito barato - sobretudo pela qualidade, inclusive da companhia. Eu só não tiro o chapéu porque não uso, mas tiro as mãos do bolso para saudar a generosidade desta gente bajouquense que de alma e coração se dá aos mais carenciados e às causas nobres, tendo por lema: fazer bem, sem olhar a quem. Este é o lemas dos Josés de Portugal, e por isso não se esperava outra coisa do meu homónimo José F. Soares. Daqui saúdo por isso não só o Srs. Padres Abel e Manuel Soares, mas também o Sr. Costeira da Murta que com um jeito muito original a titulo de comentador faz aqui interessantes reportagens. Os meus parabéns

De mg a 08.05.2010 às 11:01

Isto aqui, está de se lhe tirar o chapéu!!
Festa em Fátima, seja com quem for, quanto mais com o padre Carlos Matos lá "À de mim", que é a minha terra, é sempre evento importante; quanto mais com comentário do sr.Costeira da Murta...
Está tudo dito.
Agora o Conterâneo, não se ponha a oferecer chá de lúcia-lima , veja mas é, duma garrafa de Pias, ora vá...!

De aquimetem a 08.05.2010 às 16:17

Já estava à espera!...Logo que a mg calhasse passar por este blog e deparasse com o nome do nosso conterrâneo Padre Matos ia haver comentário à maneira. Ele aqui está! Bem haja.
É verdade, em Fátima a paz e harmonia que se vive não selecciona ninguém todos formam uma só família a de filhos de Deus. Salvo um ou outro "profissional" em aliviar os bolsos, que nos apertos também aparece.
Quanto ao Sr. Costeira da Murta que da Bajouca conhece muito mais do que este modesto filho adoptivo da terra continuamos a tê-lo connosco nos momentos em que lhe agrada fazê-lo, mas sempre como a "mg", com o véu... das arábias a tapar a identidade. Envergonhados!!!

De mg a 15.05.2010 às 11:04

Eu não ponho o meu nome todo, mas é só porque as pessoas já ficam enjoadas de me ver por aqui, e é lógico que percebem perfeitamente que sou a montanheira, "bê-se munto bem pela aráige quem bai na carruaige"...
Agora este senhor Costeira da Murta , o meu faro de montanheira diz-me que é alguém com um misto de Clero e cargo de comando, que conhece muito bem as pessoas que aqui aparecem, e debaixo dos chistes "piadas e criticas", apanha-se a ternura que sente pelas pessoas .
Ou eu, não seja eu, se estiver enganada!!
Vossemecê bá por mim...

De aquimetem a 15.05.2010 às 12:41

Que seria que fosse bajouquense ! Eu por mim ainda não consegui vislumbrar quem seja o distinto incógnito, mesmo com a bem intencionada dica da minha similar parceira das origens montanhosas. Quem quer que seja tem sabido manter o anonimato, e como a mg diz : "conhece muito bem as pessoas que aqui aparecem" até aí ...também eu sei! Muito obrigado pela visita, e quando pensar passe pella Bajouca, até porque nesta terra se gastam muitos motores...Com esta é que não contava a mg!!!

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