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Morreu a recitar o terço

por aquimetem, em 04.07.16

HPIM8703.JPG

 Se fosse vivo, o Sr. Padre Manuel Joaquim Correia Guedes fazia hoje, 2ª-feira, 84 anos, nasceu a 04/07/1932, em Torgueda (Vila Real) e faleceu, este ano, em Vilar de Ferreiros (Mondim de Basto) no dia 03 de Janeiro.

Foi durante meio século abade desta paroquia de São Pedro, onde deixou obra notável sobretudo no Santuário de Nossa Senhora da Graça (Monte Farinha), que serviu na qualidade de pároco de Vilar de Ferreiros e devoto apaixonado de Nossa Senhora. Pela obra que foi desenvolvendo aos longo dos anos e sempre em crescente mereceu dos muitos peregrinos e romeiros o cognome de “O Padre da Senhora da Graça”. Homem bom e generoso que morreu ao serviço da Igreja e sempre na condição de sacerdote no concelho de Mondim de Basto. Deixou rasto e odor de santo homem. Morreu a recitar o terço

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publicado às 13:56


Os Maduros de 38

por aquimetem, em 31.08.14

 

          A maioria dos "maduros de 38", nascidos em Santo Aleixo da Bajouca, mais uma vez se juntaram em almoço-convívio para recordar o ano de 1938. Convívio aberto também a todos que por qualquer motivo estejam relacionados com famílias bajouquenses, é nessa situação que os organizadores me têm convidado e eu com muito prazer tenho aceite. Aos principais responsáveis pela organização do encontro deste ano, foram uma vez mais os Srs. Manuel Ferreira e Silvino Cabecinhas, a quem dirijo o meu muito obrigado e também os parabéns pelo êxito destes almoços-convivio.

 

         Ajudar o comercio local é um dever dos verdadeiros amigos da terra onde se nasce ou vive e dentro desse principio, mais uma vez foi escolhido o Ka-Te-Kero, café, snack-bar, churrasqueira e restaurante, da bajouquense Maria Isabel Domingues Pedrosa, situado no Largo dos 13. Com esta foto quero recordar a minha participação no almoço do ano passado, uma vez que neste, por motivos ponderosos, me foi impossível tomar parte. Mas como diz a canção "Por morrer uma andorinha não acaba a Primavera", e assim é na verdade. Faltei eu, mas logo fui rendido pelo Virgílio Sousa que também por força maior não apareceu o ano passado. Pena foi que nesse dia a Bajouca tenha perdido um filho muito considerado que foi hoje a sepultar, o "tio Manel" das Charadas. Já poucos o conhecem por esse alcunha, mas conheço eu e recordo o saudoso Sr. Manuel Afonso, das Lameiras.

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publicado às 23:28


Peixe nesta praia

por aquimetem, em 16.08.14

        Na manhã de sexta-feira, dia 14, fui, com uns amigos, conhecer o lugar de Espinheiras-Mata Mourisca, e vim, depois com eles almoçar a um restaurante no lugar da Feira dos 13-Bajouca.

 

           A tarde foi na Praia do Pedrógão onde a família poisou desde o inicio do mês e ali vai continuar até ao dia 17, domingo.

 

           Como não morro de amores por banhos de mar, e areia bem basta a que a minha cabeça carrega, é o paredão da marginal onde gosto de ficar a ver o mar e o ambiente desta concorrida zona de veraneio do concelho de Leiria.

 

           E quando não no paredão, venho até à biblioteca da praia, sempre muito frequentada por veraneantes, e aproveito para ler jornais ou um livro.

          Também a maquina fotográfica por vezes entra em acção e regista algo em foto ou vídeo.

           Nesse dia lanchei no café restaurante, em frete a este imóvel. É o mais famoso, a servir peixe nesta praia. 

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publicado às 11:16


Festa de aniversário

por aquimetem, em 14.07.14

Esta raça de bajouquenses em generosidade é o máximo. E quando se trata de responder a algo que requer mobilização…., aí temos logo os pioneiros do lugar a passar palavra e no momento exacto temos obra feita. Isso  aconteceu agora na Bajouca Centro quando alguém sabendo que no domingo, dia 13, fazia anos (27) o Sr. Padre Abel, logo pensaram em o segurar na Bajouca durante todo esse dia, para depois lhe fazerem uma surpresa.

Também fui dos favorecidos a entrar na partilha do bolo e cantar dos parabéns ao estimado sacerdote que da Bajouca é pároco muito querido da comunidade. Como se vê aqui ao lado da dedicada criada, a conversar com o Virgílio Alberto.

 No mesmo sítio, mas aqui ladeado pelo mano e um outro Virgílio, este, de apelido Sousa.

É bem verdade: junta-te aos bons e serás como eles. Pode não ser, mas que encostado ao Padre Abel ninguem passa fome garanto eu, e com a Lígia de serviço é um enfartar.

 Passar pelas mesas e cumprimentar os comensais faz parte da etica e é timbre do Padre Abel, aqui o temos na ronda

 

 Para que não sejam vistos de caras, nada como mostrá-los de costas, onde só poucos se deixam identificar

 

 O Fernando Ladeira é um daqueles generosos bajouquenses que sem complexos dá a cara e abre a bolsa....

Também o "Manel Jardineiro" e a "São Florista" que  desceram do Marco de Carnide até ao salão paroquial da Bajouca, sempre prontos a colaborar e partilhar dos bons momentos festivos que na paróquia acontecem.

 

 Estes eventos além do mais servem também de desenferrujar.... e saber novidades.....

 

 Quem é que não gosta de uma foto junto do Padre Abel ? Até eu tinha prazer.

 Gente danada. Até de Belas, um Diácono veio.

 

 Muito compenetrada a ver o funda da caixa, a D. Rosa que ainda não recuperou do sono que na véspera a viagem de Paris para a Bajouca lhe roubou, parece estar a pensar: em França não há gente desta. 

O vídeo mostra melhor o que foi

 E quem carregou com o petisco e lançou o boato..., agora que com a Mariazita limpe o salão. E se não  esqueça que para o próximo ano é à 2ª-feira, e são 73. Mas nessa ocasião o Salão não chega, mas há o Olival

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publicado às 23:00


São Josemaria Escrivá

por aquimetem, em 26.06.14

 São Josemaria Escrivá

 

        O "dies natalis", de São Josemaria Escrivá, 26 de Junho, foi uma vez mais festejado nos mais diversos recantos do globo com eucaristias solenes. Também em Portugal o evento teve tratamento idêntico em muitas cidades e vilas onde a devoção ao santo fundador do Opus Dei se faz notar. Em Lisboa a celebração teve lugar na igreja de Fátima, às 19:00h, e foi presidida por D. Nuno Braz, que numa homilia muito bem elaborada recordou a figura de São Josemaria e a importância do zelo apostólico na transformação de uma sociedade carecida de valores morais e cívicos, por forma a dar um verdadeiro sentido à nossa vida no que ela tem de nobre para aproveitar.     

       Muito participada, no fim da celebração o Vigário Geral do Opus Dei em Portugal, monsenhor José Rafael Espírito Santo, agradeceu a D. Nuno Braz, à paróquia de Fátima, aos acólitos que colaboraram na boa organização das cerimónias, ao grupo coral que tão bem harmonizou o ambiente,  e a todos quantos neste dia, com a sua presença e oração honraram  São Josemaria. Anunciando também que no próximo dia 27 de Setembro vai ser beatificado em Madrid, Dom Álvaro del Portillo que foi o sucessor de São Josemaria Escrivà.

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publicado às 22:39


Ascensão do Senhor

por aquimetem, em 21.05.14

Das festas mais antigas que se celebram no alto do Monte Farinha, a Ascensão do Senhor mais uma vez decorre no próximo domingo dia 25. Este ano com eleições marcadas para esse data, é natural que por mais divulgação que se fizesse não aumentaria o numero de peregrinos na subida ao alto de Nossa Senhora da Graça e do "Santinho", Santiago. Só os devotos de perto  e os abstencionistas de longe  fossem os despertados e potenciais visitantes. Para todos fica um convite: arranjem forma de fazer a vossa "romaria" de Maio a Nossa Senhora da Graça e tanto melhor se na próxima Festa da Ascensão, no Domingo, dia 25.

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publicado às 15:14


Depois das sopas, o lanche

por aquimetem, em 02.05.14

           Depois de um almoço de Sopas variadas, e de uma visita ao Parque do Pisão havia um convite do Zé João para um lanche partilhado e ver os vídeos de uma  “Descamisada” na Bajouca Centro e do ultimo "corso carnavalesco" do lugar. Por volta das 16:00h lá estava eu de barriguinha cheia, junto do anfitrião para com os demais convidados entrar na farra.

          Não se podia dizer não a tão amável convite, nem perder a oportunidade de recordar cenas de eventos ocorridos antes, alem da satisfação de partilhar e conviver com este simpático grupo de gente amiga, onde nem no jardim os homens se livram de ser controlados pelo sexo oposto. Mas aqui a Madalena do Arménio está desculpada, dado que de garrafa em punho a intenção não era a de regar as flores.

           Momentos de animada cavaqueira que uma boa pinga e acompanhamento ajudou a passarem.

          Da Bajouca Centro só faltou quem de todo lhe foi impossível estar presente, tirante esses só um ou outro daqueles cuja falta ninguém nota

 

           Dia fresquinho, mas sem a chuva que caiu no dia anterior, sábado 26, ninguém estava com pressa de ir ver os vídeos. Só eu, porque a jornada ainda estava longe de terminar para mim.

           Que não havia pressa nota-se pelo vagar com que se vê aqui: o Fernando Ladeira, a contar pelos dedos; o Hilário Estrada e o António Serradela.  Se não os chamavam, ainda o Zé João chegava primeiro ao Congo Belga do que eles ao fim do bate-papo.

           Mas o Rui e Célia também foram culpados porque sempre que a Madalena passava metiam a mão no recipiente para fazer lastro.

           Como só Deus é que pode estar em toda a parte, e nós apenas aonde as pernas nos levam e é permitido chegar, com os vídeos a meio fomos para outro convívio, a decorrer no Largo dos 13. Nestas coisas nunca se diz que não, até porque há sempre tempo para tudo, foram as Sopas, o lanche e depois uma festa de aniversário que terminada deu ainda tempo para regressar a casa do Zé João e conviver mais uns instantes com toda  aquela camaradagem antes de tombar na cama.

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publicado às 20:51


A Padroeira de Almoçageme

por aquimetem, em 25.04.14

 NS da Graça de Almoçageme 

Almoçageme é uma simpática aldeia da freguesia de Colares (Sintra) que vigilante fica situada entre a  decantada serra de Sintra e o mar. Aldeia tipicamente saloia e fértil em recursos naturais, os quais sem duvida estiveram na origem do desenvolvimento rural deste acolhedor lugar, onde para além da agricultura e pastorícia, também os recursos marinhos, que lhe ficam à mão, influíram substancialmente. Assim foi de facto até primeiro que os recantos e encantos de Almoçageme não fossem profanados, e novas profissões se vieram juntar ao tradicional, e em muitos casos perverte-lo. Que houve alteração di-lo a noticia que recolhi: “hoje a variedade profissional dos habitantes de Almoçageme é notória, continuam a existir a agricultura e a pesca, mas o comercio parece ser uma das atuais preferências, desde a hotelaria ao artesanato, passando pela decoração e restauração. É uma localidade muito procurada nos meses de férias, e também aos fins de semana. Mas o que me trouxe a falar desta localidade não foi a sua importância económica e turística, mas o de como a minha aldeia em Mondim de Basto estar também confiada à proteção de Nossa Senhora da Graça, que de Almoçageme é padroeira. Senhora da Graça que rezam as crónicas tem ali festa anualmente “durante cinco dias que coexistem em festa profana de agradecimento divino, uma procissão devota que percorre toda a vila, uma festa que encerra o ano agrícola e o fim da época estival, juntando-se assim na mesma data as tradições milenares e as comemorações religiosas”.

Capela ou igreja de Almoçageme

À volta do culto graciano nesta aldeia a historiadora Maria Teresa Caetano, em conjunto com Joaquim Leite produziu uma edição, completa e definitiva, onde narra a origem e os usos da Festa da Nossa Senhora da Graça, que têm lugar em Almoçageme desde 1758. Fica portanto divulgada mais uma terra onde NS da Graça é cultuada desde meados do século XVIII, e tem lugar no primeiro domingo  de Outubro, com cinco dias de função, onde pelos vistos os “saborosos bolos" da Festa de Nossa Senhora da Graça são de comer e chorar por mais. Se calhar vou lá este ano.

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publicado às 15:01


Uma próxima edição....

por aquimetem, em 05.04.14

  


          No meu opúsculo, Nossa Senhora da Graça-Na Fé dos Mareantes, por ignorância, omiti pormenores à volta do tema em foco que mereciam ter sido realçados e não foram. E desses, recordo, agora, a paróquia de Palhais, no Barreiro que soube está muito relacionada com o inicio dos Descobrimentos, já que junto ao rio Coina tinha ali o seu estaleiro naval, onde se construíam as caravelas que a seguir iam para Lisboa, onde recebiam os últimos retoques para se fazerem ao mar. Também da Mata da Machada era retirada a madeira para as construções; e no Complexo Real do Vale de Zebro, que tinha cerca de 30 fornos, se fabricava um “pão de trigo, água e sal, chamado biscoito” para alimento dos mareantes em viagem. Dispunha ainda de moinho de maré com oito moendas que moia os cereais para o fabrico desse biscoito.  Da sua igreja paroquial li: “A igreja de Nossa Senhora da Graça é um dos monumentos da localidade ligado ao descobrimentos, era manuelina (século XVI), dedicada a N.ª Srª da Graça. É o único Monumento Nacional do Concelho do Barreiro classificado em 1922. Da Ordem Militar de Santiago, fundada por Paulo da Gama, irmão de Vasco da Gama, construída pelos habitantes que pertenciam à Ordem Militar de Santiago, arquiteto encarregado, Afonso Pires. No que respeita à "fundação atribuída a Paulo da Gama (falecido em 1499, e sepultado em Angra do Heroísmo) que faz parte do imaginário barreirense, parece não estar historicamente confirmada, foi afirmada por Armando da Silva Pais, em 1963, mas pelos vistos sem que o autor menciona-se a fonte histórica. Quanto à paróquia, mantem-se; mas a freguesia foi extinta em 2013, face a uma reforma administrativa que o governo engendrou, sendo agregada à freguesia de Coina, para formar uma nova freguesia designada União das Freguesias Palhais e Coina da qual é a sede.  Retalhos para uma próxima edição….

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publicado às 18:58


A Procissão dos Passos da Graça

por aquimetem, em 19.03.14

A Procissão do Senhor dos Passos, de Lisboa, é a mais antiga do género e nela está a raiz de todas as demais que se fazem em solo português ou que já tenha estado abrigado à sombra da bandeira das Cinco Quinas. Como o culto a NS da Graça, também esta procissão deve a sua propagação aos frades Agostinhos  do Convento da Graça que, em 1587, autorizaram a fundação da Confraria de Vera Cruz e Passos de Cristo, ao  pintor Luís Alvares de Andrade. A Confraria tornou-se famosa e ganhou importância na cidade de modo que nos finais do século XVII passou a chamar-se Irmandade da Vera Cruz e  Passos de Cristo, e nessa condição institui a realização anual da Procissão do Senhor dos Passos da Graça. Procissão que por norma acontecia no 2º domingo da Quaresma ou na semana a seguir ao Carnaval, geralmente uma 5ª-feira,  e saía  da Igreja da Graça, onde se encontrava a imagem do Senhor dos Passos, luxuosamente vestida. Fazia o seu trajecto até à Igreja de São Roque, onde pernoitava e onde os devotos tinham a oportunidade de beijar os pés da imagem. No dia seguinte, 6ª feira pela tarde, iam Suas Majestades à igreja de São Roque assistir à missa e orar. Após isso, a Procissão seguia o seu percurso de regresso, pela Rua da Misericórdia, Largo do Chiado, Rua Garrett, Calçada Nova do Carmo até chegar ao Rossio e ao Largo de São Domingos. Daqui passava à Rua do Benformoso, Largo do Terreirinho, Calçada de Santo André, para chegar, já pela noite, à igreja da Graça onde se recolhia.

Actualmente a imagem do Senhor dos Passos é transportada para a igreja de São Roque, não em procissão, e o  memo sucede com a imagem de Nossa Senhora da Soledade para a igreja de São Domingos. Ambas se separam do seu solar da Graça por alguns dias para voltarem a juntar-se no momento do "Encontro" que acontece no Largo de São Domingos, e aconteceu no passado domingo, dia 16.

Aguardando a chegada da Procissão que desce do Bairro Alto, o Padre Vítor Gonçalves, prior de Santa Justa e Santa Rufina, com o acólito José Nunes a seu lado, está preparado à porta da sua igreja para no momento do "Encontro" recordar aos circunstantes o significado da cena.

  

 Entretanto o cortejo encabeçado pelo pendão da Real Irmandade da Santa Cruz e Passos da Graça chega ao Lg. de São Domingos

Muitas irmandades, paróquias, instituições e associações religiosas, civis e militares vêm integradas numa Procissão carregada de simbolismo cristão que para o padre Nuno Tavares, pároco da Graça, ao abordar a importância desta evento em tempo de Quaresma na Lisboa de hoje, mereceu este comentário: "Há uma felicidade diferente, que se vê até muito no fim da própria procissão", explica. "Exprimimos aquele que é o conteúdo da nossa fé, perante os outros e até perante nós. É bom sentirmos que estamos a percorrer as ruas da nossa cidade. E os outros não ficam indiferentes de maneira nenhuma". 

  Integrado vêm também um bom punhado de homens valentes para aguentar com o peso dos  andores. O do Senhor dos Passos, desde São Roque até São Domingos; depois de São Domingos à Graça, mais o de Nossa Senhora da Soledade. Como curiosidade li de António Stichini que o trajecto tem a mesma distância da 'Via Crucis' de Jerusalém por determinação  do instituidor da procissão, em 1587

 

 

 E com uma boa parte do tradicional percurso feito, descendo de São Roque, pelo Largo Trindade Coelho, Rua da Misericórdia, Rua Garrett, Rua do Carmo e  Lg. 1º de Dezembro,  a Procissão chega ao Largo de São Domingos, um dos pontos altos desta festa, com a cerimónia do Encontro do Senhor dos Passos com sua mãe, Nossa Senhora da Soledade.

 

 O andor do Senhor abranda a marcha e de dentro da igreja sai ao seu encontro o andor de Nossa Senhora. É o Encontro amoroso da Mãe com o Filho.

 Este ano presidida pelo Patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, o cortejo antes de prosseguir ouviu atentamente o que acerca do momento se ofereceu dizer com saber e convicção do Sr. Padre Vítor Gonçalves

 O tempo passava e por volta das 17:00h a Procissão deixava o Largo de São Domingos pela Rua D. Antão de Almeida, Travessa Nova de São Domingos, Rua da Palma, Praça do Martim Moniz, Calçada dos Cavaleiros, Calçada de Santo André e finalmente percorrida a distância que separa o Bairro Alto do Bairro da Graça. Da muitidão anónima cada um por si acompanhando a Cruz, com a sua cruz que mais ou    menos pesada todos carregamos

  

O vídeo dá uma breve mostra do momento do Encontro, e ouvir a voz do Padre Vitor Gonçalves

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publicado às 13:44


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